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Quotes || vociferei. — Ela é minha!


Cego pela raiva, por estar sendo feito de idiota em meu próprio território, empurrei o rapaz para trás com força, afastando-o de Hani.
— Não toque nela — vociferei. — Ela é minha!
O filhinho de papai me encarou, irritado, e os outros caras que estavam no camarote de onde ele havia saído se aproximaram com cautela.
— Sai fora, cara. Ela está comigo — esclareceu ele.
Virei-me para Hani, amparada por Samira.
— Ela é minha noiva — falei em alto e bom tom, para que minha voz se sobressaísse à música.
— O que está acontecendo? — Um homem grandalhão se aproximou e logo o reconheci. Havia trocado algumas palavras com ele mais cedo, no bar. Estava em serviço e logo deduzi que o seu serviço era Hani.
Os seguranças da Oásis não tardaram em aparecer, tão logo a aglomeração de pessoas chamou a atenção. Minha casa noturna tinha uma excelente reputação, nunca houve brigas e eu não seria o primeiro a quebrar meu recorde cuidadosamente imaculado.
Sinalizei para os meus homens manterem uma distância segura, até que eu pedisse para avançarem. Não seria necessário, resolveria aquele circo em minutos.
— Sua noiva? É sério? — O rapaz estava incrédulo, mas permaneceu onde estava.
— Foi o que eu disse. Agora, se ainda quer aproveitar a noite em minha danceteria, sugiro que volte para o camarote com seus amigos e deixe-me resolver com minha noiva o seu deslize moral.
Hani resmungou alguma coisa, mas Samira a conteve. O segurança das garotas estava atento a todos nós, perto o suficiente para protegê-las ou atacar quem as importunasse.
— Foi mal aí, eu não sabia…
Sentindo-se constrangido, o rapaz virou-se para os amigos e todos retornaram ao camarote, ignorando Hani e Samira.
— Seu imbecil! — gritou ela, sem se preocupar com as pessoas à nossa volta.
— Calada! — Fiz um sinal com o dedo indicador, cobrindo minha boca em um gesto de silêncio.
— Vamos embora, Srta. Mitchell — intercedeu o segurança.
— Ela fica — falei diretamente ao homem, virando-me em seguida para Hani. — Veio aqui para me ver, não foi? Pois conseguiu.
Então pare de agir como uma menina mimada e finja que é adulta, por quinze minutos. Vamos conversar no meu escritório.
— Eu não quero falar com você.
— Então vai ouvir, porque eu quero falar com você.
— Senhor, acho melhor…
— Sou noivo dela — interrompi o homem. — Se quiser a confirmação, ligue para o Phillip. Mas Hani só irá sair daqui quando eu permitir.


@ Moda e Eu.

@ Moda e Eu.

Prepare-se :) a contagem vai começar! "A arte de ignorar um desvio de comportamento, um costume, uma forma de sobrevivência, um mecanismo de defesa, de resistência, ou conseqüência do egoísmo e do medo. " Sthéfanie Paula Cachoeira rezena

2 comentários:

  1. que bárbaro, apenas deu mais vontade de ler!
    só isso kkkk
    http://felicidadeemlivros.blogspot.com.br/

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