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Foi o Vinte de Setembro,O precursor da liberdade...*

Bem vindo ao primeiro texto do O Clube das Blogueiras Escritoras



Susana Weiss

Ao olhar por sua janela, Amélia não via nada além de grama, geada e uma cerca que ao longe que fazia divisa entre sua estância e a vizinha. Naquele tempo, ficar divagando fora da casa era perigoso para mulheres de qualquer idade; havia homens do império espalhados e prontos para abusar das moças mais necessitadas que precisavam se deslocar. Amélia agradecia por seu escravo ser cocho e, por isso, não ter se alistado aos lanceiros para lutar por liberdade e pela Republica Rio-grandense, pois sem ele nossa mocinha deveria sair para buscar o que comer ou pegar água do poço.
Geada ao longe, um grito, a batalha estava chegando a sua estância e a mocinha precisava se esconder ou o exercito chegaria ali e sua comida iria ser confiscada de suas cobertas e sua virtude. Amélia ouvira histórias de mocinhas que tiveram os seios decepados e que foram brutalmente estupradas por companhias inteiras até a morte.
Batalha terrível, como todas as outras, brasileiros contra gaúchos lutando por um imperador despreparado enquanto os gaúchos lutavam por liberdade e impostos mais baixos. Ao olhar com mais atenção, podia ver o clarão dos tiros; Amelia correu para seu quarto, se enfiou embaixo cama, abriu uma portinhola e entrou em seu esconderijo, acendeu um pequeno lampião e ficou sentada ouvindo os tiros ao longe. Primeiro parou e o silencio foi quase como se ela estivesse novamente em sua estância calma e pacata, mas tudo não passou de um breve momento de paz, então tiros foram ouvidos por ela e indicavam que seu escravo trocava balas com alguém.
Depois de momentos de pânico silencioso encolhida em um canto de seu esconderijo, nem percebeu que seu lampião havia se apagado, mas percebeu cada passo na casa e o baque das coisas tocando o chão de forma violenta.
Ouviu ainda alguns resmungos, mas não conseguiu compreender o que diziam. Passaram-se as horas e ela se a semelhavam a dias, depois ela notou que anoitecia e, ao amanhecer novamente, Amelia sentiu-se só, estranhamente só. Parecia que ninguém mais estava ao redor e ela se atreveu a espiar para fora de seu esconderijo; seu quarto como se um furacão o tivesse tomado. Ela então se atreveu a mais e saiu do esconderijo, percebeu que a casa estava vazia, destruída por dentro, mas  deu graças por nada ter sido queimado e assim ela poderia reconstruir tudo quando o pai retornasse na revolução.
Observando a janela, seu gado morto e carneado no pátio e, junto com as carcaças, jaziam mortos alguns homens; seu escravo estava mais próximo a casa e, um pouco mais afastado, estavam mais alguns corpos. Todos já começavam a feder e por isso ela teve a idéia de queimá-los já que, sozinha, nunca conseguiria abrir covas e também não conseguiria suportar o cheiro e a visão dos corpos se decompondo. Ela então foi até o galpão e pegou um carrinho de mão, que era usado para transportar peso. Começou a juntar os corpos dos bois; do cusco querido, que latia em sua janela todas as manhãs; e colocar em um monte atrás da casa grande. Só depois de horas de trabalho que teve coragem de chegar próximo aos corpos humanos e, com muito esforço, começou a levar ao monte de corpos, iniciando pelo escravo, que infelizmente nunca veria sua alforria. Assim que ela começou a se aproximados soldados, percebeu que se tratavam de garotos da sua idade ou um pouco menos, todos usando uniformes do império, o que significava que as histórias de saques aos estancieiros eram verdadeiras. Ao anoitecer decidiu parar e retornar a casa grande, no outro dia terminaria o árduo trabalho, foi então que pensou ter ouvido um gemido, quando largou o ultimo corpo que tinha no carrinho junto aos outros; chegou perto e constatou que aquele pobre coitado ainda vivia.
O lado da auto preservação dela dizia para deixá-lo lá, esquecer o gemido e atear fogo no outro dia, afinal eles destruíram sua casa, mataram seu escravo, levaram suas provisões e ainda quebraram o que poderia; mas ela era uma boa moça e decidiu que, se o homem estava vivo, iria lhe dar um tratamento digno até que morresse de gangrena ou outra coisa parecida. Com o soldado de volta no carrinho de mão, seguiu à casa grande onde, após enfrentar os seis degraus carregando o homem, conseguiu jogá-lo no sofá, ela jamais colocaria um homem estranho em uma cama, principalmente um homem estranho e inimigo; deveria ficar feliz de não estar no chão.
Ela pegou um pouco de água, um pano e começou a limpar os ferimentos; iniciou pela cabeça e, quando terminou, se viu obrigada e tirar o casaco e a camisa dele para limpar-lhe o sangue e ver onde ele havia tomado o balaço. O tiro o acertou próximo ao coração, mas não parecia ter pegado algum órgão vital ou ele já estaria morto. Ela limpou o ferimento retirando os vestígios de pólvora da ferida, fez uma atadura improvisada com as ceroulas de sua cozinheira, morta a alguns meses, e o cobriu com um cobertor deixado no quarto da serviçal.
Ela guardou consigo a pistola dele e seu mosquete para que, quando ele acordasse, não pudesse usar as armas, mas ela pudesse usar para se defender; nessa dura realidade as mocinhas aprendiam a atirar para defenderem-se. Passou-se a noite em que o soldado ardia em febre e delirava, falava da mãe e pedia água. Ela cuidou dele e, quando amanheceu e sua febre lhe deu um sossego, ela foi dormir no quarto tomando cuidado de trancar bem a porta.
Após umas horas de sono ela ouviu um chamado, era o soldado que gritava:
—Moça, ei moça, preciso de ajuda.
Ela suspirou e foi ver o que ele queria, quem era e o que pretendia ali. Como se ela não soubesse a terceira resposta.
—Graças a Deus você me ouviu, já estava pensando que você tinha me abandonado para morrer.
—Era o que eu deveria ter feito. Mataste meu escravo e teus companheiros acabaram com toda a produção da estância, bagunçaram minha casa, levaram as poucas posses que tínhamos e se eu nãoestivessemuito bem escondida, certamente teriam me estuprado e matado e largado meu corpo para os cães. — O tom acusador de Amélia deixou o doente, constrangido, principalmente por reconhecer a verdade nas palavras de uma moça tão jovem. Isso fazia tudo parecer pior.
—Na verdade sim, mas não consigo me levantar e preciso usar o banheiro. Me ajude, não vou lhe fazer mal algum e, quando melhorar, posso recompensa-la.
Ela o auxiliou, levando-o até o banheiro dos criados, e o deixou ali para se lavar e fazer suas necessidades enquanto ela foi terminar sua árdua tarefa, terminar de empilhar os corpos e atear fogo, para que eles não fedessem mais. Ao concluir a triste tarefa e ver o fogo começar a crescer sobre os corpos, ela decidiu entrar e não ficar assistindo isso. Ao entrar na cozinha, encontrou seu hospede sentado a mesa brincando com um butiá.
—Sabe, aquele era um trabalho que eu deveria fazer, mas infelizmente não estou em condições.
—Ninguém perguntou. Não sei da onde vens, mas aqui as coisas são diferentes, os homens partem para as peleias e nós ficamos cuidando das estâncias esperando seu retorno. — Amélia afirma com um orgulho que nunca soube existir e, ao ver o rosto admirado do jovem, sentiu anda mais orgulho de ser uma moça de certa “valentia”.
—Esse não é o padrão das mocinhas de São Paulo, mas parece divertido viver em um lugar onde uma moça usa um punhal na cintura. — Ele parecia divertido, mas na verdade estava preocupado e nãodemorou para externar isso. — Se fui deixado para trás com os mortos, minha família já deve estar a caminho de saber disso e minha mãe vai morrer do coração; eu sou o mais novo e meu irmão morreu em combate aqui, nesse lugar frio e perigoso onde até as moças e as crianças usam mosquetes. — O tom dele passou do fúnebre ao divertido em poucos minutos e isso deixou nossa Amélia surpresa, ele parecia um homem agradável e inteligente, mas mesmo assim não era digno de confiança.
—Vou ver algo para comermos, mas já aviso que tem pouca coisa, então não espere banquete.
—O que vier certamente é melhor que a comida do acampamento. É sempre melhor comer em uma companhia agradável do que no meio de soldados e prostitutas.
—Não venha com galanteios. Se chegar perto de mim te meto bala e jogo teus restos junto com os outros lá fora. — Ela queria parecer amedrontadora, mas estava com tanto medo que chegava a ser engraçada.
—Então, moça com um punhal e uma pistola, como se chama? Eu sou o Tenente Abreu, Carlos Abreu do exercito do Imperador.
- Amélia Müller,meu pai é dono dessa estância, criamos gado e ovelhas produzimos charque e pele, tínhamos uma plantação que servia para nos alimentar e fazer trocas com os vizinhos, mas quando fomos atacados, mataram o gado e levaram cortes das ovelhas, até a pele levaram. Destruíram a plantação que não puderam levar.
—Saqueadores. — Ele falou baixinho, mas ela ouviu.
—Como é?
—Saqueadores; tem alguns bandos que andam próximos para saquear as estâncias e não conseguimos nos livrar deles. São como urubus e acabam levando má fama ao exército.
—Ah! E seus homens ajudam MUITO a boa fama. — Ela ia abrir a boca e falar de todas as atrocidades que ouvira, mas ao ver que ele parecia abatido, decidiu deixar aquilo para mais tarde.
Serviu uma sopa rala com isso e eles acabaram seguindo para dormir, ele no sofá ela no quarto trancado e obviamente com o mosquete na cama para eventuais surpresas.
 Mais um dia monótono de pouca comida, um ferido em plena recuperação e um trabalho para tornar a casa segura novamente.
No meio de vai e vem com tabuas retiradas do piso e marteladas, Amélia começou a prestar mais atenção naquele garoto. Agora, ele já não parecia mais tão jovem e seus traços indicavam que sua patente fora comprada e não conquistada; isso dava certa raiva nela. A noite chegou sem nenhum tipo de modificação da noite anterior e ambos foram dormir. Só que naquela noite ela ouviu um barulho; acordou e pegou o mosquete. Ao espiar pela fechadura viu Carlos conversando com dois homens que estavam usando uniformes, parecia tudo tranquilo até que os gritos começaram. Ela não entendeu ao certo a discussão, mas sabia era hora de entrar em seu esconderijo e ali ficar até amanhecer.
Ouviu um grito de dor e sabia vir de Carlos, ela apontou o mosquete para a entrada do esconderijo e ficou esperando.
Aqueles homens eram desertores e queriam abrigo, quando Carlos negou guarida, foi espancado, como ainda estava debilitado acabou caindo e então os seus ex-companheiros decidiram ver o que tinha na casa, ou melhor, quem estava na casa, certamente uma mocinha. Ao encontrar o quarto trancado, sabiam que se tratava de uma dessas que querem preservar a castidade, um prato cheio para uma noite fria.
Viram tudo vazio, mas a cama quente denunciava que ela estava ali. Abriram os armários, nada encontraram; baú, nada; a janela estava trancada por dentro, o que revelava que ela não tinha saído.
—Sabe, essas casas desse pessoal aqui tem esconderijos para essas vaquinhas se esconderem da gente e não se divertirem conosco. — Falou um deles ao outro que já começou a apalpar as paredes.
O outro começou a apalpar o chão até que decidiu olhar embaixo da cama e lá encontrou uma pequena vala onde caberiam dois dedos. Retiraram a cama de cima e abriram; para o susto deles, foram recebidos com uma carga de chumbo. O da frente voou longe; o que estava mas atrás pulou sobre ela arrancando a arma das mãos dela e lhe dando uns tapas com força que lhe feriram o rosto.
Ela gritou e tentou lutar, mas era em vão; ouviu um estampido e os miolos de seu agressor voaram para tudo quanto foi lado.  Apavorada viu Carlos com o nariz sangrando e seu ferimento sujo de sangue com o mosquete sendo preparando a arma para outro tiro, que foi na cabeça do outro soldado, que levara o primeiro tiro e agonizava no chão.
—Acabou. — ele afirmou saltando no buraco e a abraçando enquanto ela chorava copiosamente- deu já acabou, só que você vai ter que se limpar, pegar alguma coisa que queria e nós vamos sair daqui. O que eu acabei de fazer é um crime punido com execução. Agora sou um desertor e matei dois soldados do imperador. Não vou sair daqui deixando você para trás.
—Não vou sair daqui, essa é a terra da minha família desde que chegaram da Alemanha. Nasci no quarto ao lado, fiz meu baile, fui apresentada a sociedade nessa casa.
—Assim como esses dois acharam a gente, mais homens podem achar esse lugar e entrar. Não estou dando uma escolha para você e sim dizendo que você vai se limpar, trocar de roupa, pegar o que quiser daqui e nós vamos embora. Caso não tenha percebido, a tropa não ter encontrado esse seu esconderijo foi sorte sua, ou minha, não sei.
Amélia pensou e concluiu que ele estava certo. Pegou um pouco de água do poço, limpou os restos do maldito soldado que tentara abusar dela, trocou de roupa, escolheu alguns vestidos e dois pares de sapato. Quando chegou a sala com seu baú, percebeu que Carlos juntara comida, água e estava do lado de fora pregando algo.
—O que estás fazendo? — Ao vê-lo mexer nas carroças
—Estou juntando as duas para podermos levar tudo o que precisamos e ainda aproveitar os dois cavalos.
—Cavalos?
—Sim, dos soldados; estão ali. — Apontando para o lado onde estavam dois cavalos grandes e fortes.
—Vais prometer uma coisa agora antes de sairmos. — Ela tinha uma expressão tão séria que o Carlos olhou com toda atenção. — Quando terminar essa coisa toda, vamos voltar.
—Não posso prometer isso, não sei como as coisas vão terminar, mas posso prometer que quando isso terminar vamos entrar em contato com sua família, de alguma forma, e eu, com a minha.
Por hora isso bastou para Amélia, afinal naqueles tempos era o melhor que conseguiria. Iniciaram a viagem sem ela saber onde pretendiam ir, viajaram a noite, e de dia se esconderam. Era uma estância destruída, mas que ainda podia escondê-los e tinha um pouco de pasto para os cavalos.
Arrumaram um lugar e ficaram ali.
—Carlos, estás bem? — Ela estava preocupada, viu ele parecer realmente cansado e com uma expressão de dor.
—Cansado, ainda um pouco dolorido, mas creio que bem. O que ainda temos para comer? — Ele tentava desviar o assunto para não ter que dizer que se sentia febril.
—Bem, tem pão, alguns salames e também tenho batatas e cebolas. Posso fazer uma sopa.
—Uma sopa seria boa, podemos primeiro comer essas coisas que estragam primeiro, a viagem vai ser longa.
Ela pegou uma panela, cortou batata colocou na água, pegou uma cebola, e foi até a estância e conseguiu resgatar umas folhas que ela acreditava que eram couve e espinafre e colocou junto. Naquele momento, mesmo sendo grama, já seria um nutriente a mais. Eles usavam a fogueira para se esquentar e então ela perguntou finalmente.
—Para onde vamos afinal?
—Para a fronteira, vamos sair do país, esperar as coisas melhorarem, e aí voltamos.
—Só bandidos saem do país em fuga.
—Amélia, você atirou em um soldado do exercito do imperador, seu escravo matou quatro soldados e eu matei dois soldados para proteger alguém do lado inimigo do império; nós somos criminosos. Vou dizer uma coisa que pensei durante toda a nossa viagem até aqui: nós vamos ter que mudar de nome e você vai ter que se casar comigo.
Ela saltou para longe dele, tudo bem que ele era um homem jovem e bonito, aparentemente de poses, mas casar com um completo desconhecido era demais. Virou as costas e saiu andando até os cavalos.
—Onde pensa que vai? — Ele parecia zangado por sentir a rejeição dela e saiu atrás para segurá-la.
—Já chega dessa loucura! Eu saí da minha casa e estou viajando com um desconhecido que só sei o nome. Eu sempre fui uma boa filha e agora vou dar esse desgosto ao meu pai? Ele vai voltar e eu fugi com um homem, virei uma perdida,... — Ele tampou a boca dela e a olhou com uma confiança fora do comum.
—Você não é uma perdida, é uma boa filha que foi deixada sem proteção, não teve escolha. Foi boa em me ajudar, em me salvar. Se você voltar sozinha vai morrer, se vier comigo terá uma chance. Eu vejo como você me olha, não sou tão ruim assim aos seus olhos e, se eu fosse você, não teria ruborizado quando falei em casamento. Sou um homem honrado e sabia que só o fato de estar sozinho com você naquela casa já a condenava e não posso permitir que seu ato de compaixão a condene. Conheci outras moças que acabaram em bordeis ou acompanhando tropas como prostitutas depois de atos como o seu.
Por um momento a raiva passou e ela pode contempla-lo com atenção. Realmente, ele falava de forma estranha, mas era um belo exemplar do sexo masculino e, com o tempo, poderia até ama-lo de verdade.  Amélia foi conduzida por Carlos de volta ao acampamento improvisado. Ao pensar em como sonhava em conhecer um amor nos bailes, ter a corte com serenatas e passeios ao ar livre com uma dama de companhia em suas costas, lagrimas discretas começaram a cair.
—Porque o choro? — Ele perguntava enquanto acariciava seus cabelos e contemplava a paisagem.
—Imaginava tanta coisa diferente.
—Eu também, jamais imaginei que um dia me casaria com alguém, muito menos com uma mulher que sabe atirar e tem uma adaga presa na cintura. Sinto como se não pudesse ser homem para proteger você.
—Esse é um habito que adquiri por causa dos estupros. Agora, me prometa que não vai me forçar a nada e que vais conversar com meu pai quando tudo isso acabar. — Ela estava muito séria o encarando.
—Nunca precisei forçar uma dama a nada e você não será a primeira.  Vou jurar aqui, perante você, o céu azul e esse fogo com nossa refeição que vou te respeitar, serei um marido dedicado e fiel, que vou me esforçar para ama-la como merece e que, quando tudo terminar, vou pedir a sua mão formalmente, mesmo se já estivermos casados.
—Pretendes casar antes da guerra terminar?
—Uma guerra pode terminar em dias ou anos, eu estou me prevenindo.
 Após isso ambos comeram quietos. Seguiram viagem até o interior da Argentina, conseguiram uma pequena casinha e, como Carlos previu casaram-se antes da guerra acabar. Quando finalmente a noticia do fim da guerra chegou, retornaram e descobriram que não havia mais nada esperando por eles. O pai de Amélia estava morto, a estância fora tomada por um tio dela e Carlos fora declarado morto em combate. Com as novidades, eles decidiram voltar a Argentina e nunca mais se soube dos dois, mas, na ultima vez que foram vistos, poder-se-ia jurar que eram a imagem do amor incondicional.

       
*Trecho do Hino Rio-grandense.

Para saber mais sobre a autora acesse o blog
@ Moda e Eu.

@ Moda e Eu.

Prepare-se :) a contagem vai começar! "A arte de ignorar um desvio de comportamento, um costume, uma forma de sobrevivência, um mecanismo de defesa, de resistência, ou conseqüência do egoísmo e do medo. " Sthéfanie Paula Cachoeira rezena

12 comentários:

  1. segui teu blog! segue o meu?? obg! :) http://cherrylandforever.blogspot.com.br/

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  2. Alemoa e gaúcha que nem eu. Só que eu já tinha "feito o serviço" e me mandado sozinha dali...

    Bjus

    http://umamamaeemapuros.blogspot.com.br/

    (sim, eu li o título cantando!)

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  3. Olá!

    Ótimo texto! :D

    Beijos, Kamila
    http://www.vicio-de-leitura.com/

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  4. eu adorei essa idéia que a Carol teve. Adorei o tema da Susana, uma revolução nacional que marcou uma época. Sabe o melhor? a gente lê e se sente dentro do texto. Ameiiiiiiiiiiiiii. Parabéns Susana!!!
    bju
    Eykler

    www.aghridoce.blogspot.com.br

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  5. interessante o texto baseado num pedaço da nossa propria história!
    http://felicidadeemlivros.blogspot.com.br

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  6. Parabéns Susana. Amei o texto.
    Parabéns!

    @NinaHenker
    http://fleurdylis.blogspot.com

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